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Saindo do casulo…

 

Próximo à Primavera, percebo os raios iluminando meus novos passos…

Três longos meses se passaram e uma nova visão se mostra no horizonte. Aprendi muito e o tempo na clausura dos meus pensamentos me fez crescer, ir além das expectativas do antes. O mundo mostrou-se estranhamente pequeno e a surpresas se fizeram diárias, desafiadoras ante o momento único em que estou. Fronteiras mais claras, limites quebrados, estou além do que pensava poder e feliz por finalmente conhecer a complexidade e simplicidade da vida.

Que os amigos perdoem o sumiço e compreendam meu tempo de hibernação e colheita. Há um amanhecer diferente para cada um todos os dias e nem sempre é mesmo brilho que enxergamos no sol.

Uma Sumaya mais consciente de si e do seu lugar no mundo surge, não do nada, não como mágica, mas pela experiência do ver, encontrar-se e se perder nesse maravilhoso e complexo mundo.

Vi tanto e quase nada e nem imagino o quanto ainda a vida pode me dizer ou pedir. Prioridades são difíceis de definir, aí a professora-mor, Senhora Vida, nos dá uma ajuda e nos mostra o caminho nas urgências do dia-a-dia. Uma porta se abre, sorrateira, insegura e de repente tudo que se precisa está lá, as coisas vão acontecendo como devem, sem tantos questionamentos e previsões.

Percebi, então, que não preciso saber de tudo ou questionar o tempo todo o que acontece. Preciso viver as oportunidades que a vida me apresenta e a partir delas, moldar minhas necessidades, me adaptar para descobrir o meu caminho ou os melhores passo a dar nessa dança viva.

E continuando a seguir como sempre, volta ao mundo da internet, ainda Mais Sumaya, para aprender, crescer e dividir e sonhar e tudo o mais que eu possa trazer para esse meu espaço, sempre sagrado e respeitado.

Descobertas – Resumo de Maio

Neste mês, descobri intensamente o quanto a vida pode ser surpreendente e como podemos reagir com medo diante de algo que, por todas as pistas e possibilidades,  só pode ser bom. Que diferentes opiniões se apresentam sem pedirmos e que sem percebermos, as pessoas se metem mais do que devem em nossas vidas.

Descobri que há cicatrizes que doem mais quando tocadas com um beijo e que dançar tango (sem saber) sob o olhar da lua é um encanto do qual não quero me proteger.

Vi que eu não posso fazer tudo o que eu quero, mas o fato de tentar me faz acreditar que posso. Porém, preciso ser objetiva e, mesmo sem querer, determinar prioridades. Isso significa deixar coisas e pessoas para trás por algum tempo, assim como já fizeram comigo. Tudo parece ser uma questão de foco, de necessidade imediata, contraste e contexto do momento que estamos vivendo.

Descobri que há amigos que sabem tanto de mim, que nada dizem e entendem meu tempo de casulo, pois passe qualquer tempo, sempre nos reencontraremos no momento certo.

Neste mês, nunca senti tanto frio e calor antes e minhas crenças se mostraram claras e adequadas ao caminho que escolhi, mas tudo se renova a cada desafio, é como se eu morresse sempre e um pouquinho de mim ficasse, e desse pouquinho tudo se recriasse. O mais complexo, foi perceber que a felicidade também mata e renova, pela simples necessidade de me fazer limpa e plena para entendê-la e me permitir realmente ser feliz!

Este mês as folhas mortas caíram, páginas rasgadas de um livro antigo foram queimadas e uma estação amena diante de um novo horizonte começou. Aceito o novo olhar, as descobertas e o que ainda vou descobrir e construir!

Please, Please, Please Let Me Get What I Want

Good times for a change

See, the luck I’ve had

Can make a good man

Turn bad

So please please please

Let me, let me, let me

Let me get what I want

This time

Haven’t had a dream in a long time

See, the life I’ve had

Can make a good man bad

So for once in my life

Let me get what I want

Lord knows, it would be the first time

Lord knows, it would

Letra e Música: Johnny Marr/Morrissey

Seus olhos…

Fico pensando no quanto me perco no negro infinito dos seus olhos.

Não tenho qualquer certeza de onde me levarão e se quero seguir, mas estou indo…

Prefiro me perder e saber que cheguei em algum lugar, do que ficar parada vendo os outros seguirem.

E não é isso que devemos, precisamos e fazemos? Seguir… seguimos como um rio para o mar, para além do que uma gota pode imaginar.

Somos talvez talhados e nascidos para isso: seguir. Andar na busca de horizontes mais belos, desafiadores, misteriosos…

Há no sangue uma informação de milênios, eras e vidas sobre seguir. No nosso talvez tenha um pouco mais!

Percebi que não tenho medo de seguir e descobrir o que esses seus olhos negros podem me mostrar, me propor.

Assim, continuamos o que muitos antes de nós já fizeram. Seguiram, se perderam e reencontraram!!!

O fio que me liga aos seus belos olhos é como a linha da estrada, em frente, em frente… sempre!

Muito a descobrir, muito a ver e sentir. Seja bem vindo à minha estrada!

Wicked Game

The world was on fire and no one could save me but you.
It’s strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I’d meet somebody like you.
And I never dreamed that I’d lose somebody like you.

No, I don’t want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I don’t want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)

What a wicked game to play, to make me feel this way.
What a wicked thing to do, to let me dream of you.
What a wicked thing to say, you never felt this way.
What a wicked thing to do, to make me dream of you and,

I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you.

The world was on fire and no one could save me but you.
It’s strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I’d love somebody like you.
And I never dreamed that I’d lose somebody like you,

No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)
No, I… (This world is only gonna break your heart)
(This world is only gonna break your heart)

Nobody loves no one

Letra e Música: Chris Isaak

* pra você *

Tenho enlouquecido e me divertido com os estudos de Letras. Abaixo um texto que ilustra muito bem as descobertas e encantos que essa nova etapa tem me trazido.  Com vocês: Luiz Fernando Veríssimo

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão !”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

Claro que eu não disse isso tudo para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros jáfizeram com elas. Se bem que não tenho o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.

Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa ! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção dos lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias pra saber quem é que manda.

Have You Ever Really Loved A Woman?

To really love a woman, to understand her
You’ve got to know her deep inside
Hear every thought, see every dream
And give her wings when she wants to fly
Then when you find yourself lying
Helpless in her arms
You know you really love a woman
When you love a woman
You tell her that she’s really wanted
When you love a woman
You tell her that she’s the one
‘Cause she needs somebody to tell her
That it’s gonna last forever
So tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman?.

To really love a woman, let her hold you
‘Til you know how she needs to be touched
You’ve got to breathe her, really taste her
‘Til you can feel her in your blood
And when you can see your unborn children in her eyes
You know you really love a woman.
When you love a woman
You tell her that she’s really wanted
When you love a woman
You tell her that she’s the one
‘Cause she needs somebody
To tell her that you’ll always be together
So tell me have you ever really
Really, really ever loved a woman?

You’ve got to give her some faith
Hold her tight, a little tenderness
You’ve got to treat her right
She will be there for you, taking good, care of you
You really gotta love your woman, yeah.

And when you find yourself lying helpless in her arms
You know you really love a woman.

When you love a woman,
You tell her that she’s really wanted.
When you love a woman,
You tell her that she’s the one.
She needs somebody
To tell her that it’s gonna last forever.
So tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman? yeah
Just tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman?
Oh! Just tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman?

Letra e Música: Bryan Adams  – Tradução: Quero me apaixonar! rss

Meu amor é um vampiro

Gente… como tem gente trabalhando! Mais uma publicação da Editora Draco, com organização do meu querido Eric Novello e Janaina Chervezan. O bom é que é uma coleção, então os bons textos e talentos estão só começando! Mais detalhes abaixo, no release e apresentação oficial da Editora Draco:

A coleção Amores Proibidos vem mostrar que o amor verdadeiro vence todas as barreiras, e pode fazer pessoas muito diferentes descobrirem que tem algo em comum, mesmo quando o coração de uma delas não bate há séculos. 

Se apaixonar não é nada fácil. Rola ansiedade, expectativa e muito nervosismo pensando no primeiro encontro e, quem sabe, no primeiro beijo. Imagine então quando o pretendente é um vampiro?

Pode ser um bem tradicional de capa e longos caninos, um sombrio e misterioso que aparece de repente na sua janela ou um aventureiro de moto e calça jeans, louco para te levar em um passeio inesquecível. Nesses casos, a adrenalina é ainda maior!

Nas perigosas páginas de Meu Amor é um Vampiro você conhecerá histórias fantásticas das melhores autoras de literatura vampiresca nacional, repletas de casais apaixonados e situações surpreendentes. Mas não pense que tudo são flores e caixas de bombom, afinal de contas, encontrar o par perfeito pode esconder terríveis surpresas.

Proteja o seu pescoço e marque um encontro com histórias que vão do romance ao susto, do suspense ao riso, numa leitura com beijos de tirar o fôlego.

Quem nunca se apaixonou que enfie a primeira estaca.

Essa coletânea é organizada pelo escritor Eric Novello e pela editora Janaína Chervezan, leitores assíduos de literatura de vampiros, e tem o prefácio da dama morcega Giulia Moon, uma das maiores escritoras brasileiras dentro do gênero de terror vampiresco.

As autoras:

 Adriana Araújo

é uma criatura estranha com idéias esquisitas. Cria histórias em tempo integral e estuda Química na UFMG para se distrair. Já publicou contos nas coletâneas Pacto de Monstros (2009) e Paradigmas 4 (2010) e mantém os sites de tirinhas Bram & Vlad, sobre vampiros, clichês e coisas da vida e Periódicas, onde a Química ri. Seu lema de vida é “não se leve tão a sério”.

Ana Carolina Silveira

é advogada, blogueira, leitora inveterada e escritora eventual, não necessariamente nesta ordem. Tem residência variável, sendo a atual Belo Horizonte-MG. Jogou muito Vampiro: A Máscara durante a adolescência e até  hoje tem uma quedinha por Lestat de Lioncourt.

Cristina ‘Tziganne’ Rodriguez

 tem alma e vida de cigana. Muda incessantemente, procurando descobrir algo de novo no mundo que a cerca. Romântica, acha que o amor supera tudo, inclusive vampirismo. É casada e tem um filho. Dedica-se a escrever e a tentar cuidar de plantas, sem muito sucesso. ‘O vermelho do teu sangue’ é seu primeiro conto publicado. Para saber mais sobre ela, visite: http://tziganne.blogspot.com

Giulia Moon

é paulistana, formada em publicidade e propaganda pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Já foi diretora de arte, ilustradora, diretora de criação e sócia de agência de propaganda. Giulia tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (2004) e A Dama-Morcega (2006). Em 2009, lançou o seu primeiro romance, Kaori: Perfume de Vampira. Participou das coletâneas Amor Vampiro (2008), Território V (2009), Galeria do Sobrenatural (2009) e Imaginários Vol. 1 (2009).

Helena Gomes

é jornalista, professora universitária e autora dos livros de ficção Assassinato na Biblioteca, Lobo Alpha, Código Criatura, Kimaera – Dois mundos, Nanquim – Memórias de um cachorro da Pet Terapia (infantil), O Arqueiro e a Feiticeira, Aliança dos Povos e Despertar do Dragão (os três últimos da saga A Caverna de Cristais). É também coautora da não-ficção Memórias da Hotelaria Santista (1997). Publica contos em sites, antologias e revistas. Mais sobre seu trabalho em http://mundonergal.blogspot.com

Nazarethe Fonseca

nasceu em São Luís, Maranhão. Começou a escrever aos 15 anos, após um sonho que se tornaria seu primeiro livro, uma trama policial. É autora da saga Alma e Sangue, iniciada com O Despertar do Vampiro e que prossegue em O Império dos Vampiros. Escreveu também Kara e Kmam, e publicou contos nas coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Anno Domini.  Mora atualmente em Natal, Rio Grande do Norte. Seu e-mail de contato é almaesangue@gmail.com.

 Regina Drummond

é mineira e mora em Munique, Alemanha. Apesar da sua formação de professora, nunca deu aulas, mas sempre trabalhou com literatura. Autora de muitos livros, tradutora e contadora de histórias, fala alemão, inglês e francês. Já ganhou alguns prêmios e destaques, sendo o mais importante o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, como editora. Escreve ainda para jornais e revistas, nacionais e internacionais. Entre seus livros, destacam-se “Destino: Transilvânia” (Ed. Scipione); “Sete Histórias do Mundo Mágico” (Ed. Devir); “O destino de uma jovem maga” e “Histórias de Arrepiar” (Giz Editorial); “O Passarinho Rafa”, (Ed. Melhoramentos). Para conhecer seu trabalho, acesse a homepage www.regina-drummond.de

 Rosana Rios

é autora de Lit. Fantástica, Infantil, Juvenil. Em 22 anos de carreira produziu ficção, teatro, roteiros (TV e quadrinhos), Publicou mais de 100 obras e recebeu os prêmios: Cid. de Belo Horizonte (1990), Bienal Nestlé de Literatura (1991), Prêmio Abril de Jornalismo (1994), Menção Altamente Recomendável da FNLIJ (1995, 2006) e foi finalista do Prêmio Jabuti (2008). Mora em São Paulo com a família, uma enorme biblioteca e uma coleção de dragões. Site: www.segredodaspedras.com. Blog: http://rosanariosliterature.blogspot.com.

Valéria Hadel

nasceu na capital do Estado de São Paulo. É descendente de húngaros e romenos, o que de certa forma explica sua familiaridade com vampiros. Graduou-se em biologia, fez pós-graduação em ecologia e zoologia, e mora em São Sebastião, litoral norte do Estado, desde 1984, quando foi trabalhar no Centro de Biologia Marinha da USP. Sua área de atuação é a pesquisa e o ensino em ecologia e educação ambiental marinha e costeira. No quintal da sua casa moram cinco vira-latas, um dos quais é personagem do conto que escreveu para esta coletânea.

Detalhes técnicos:                                                                                       

Meu amor é um vampiro
Organizado por: Eric Novello, Janaina Chervezan

ISBN: 978-85-62942-09-9

Gênero: Literatura Fantástica

Formato: 14cm x 21cm

Páginas: 160 em preto e branco, em papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 31,90

 Sobre a editora:

EDITORA DRACO
Draco. Do latim, dragão.

A Editora Draco trabalha para fortalecer e patrocinar o imaginário brasileiro, tão nosso e único. Queremos publicar autores brasileiros, aliando design, ilustrações e tudo o que for possível para que nossos leitores sejam atraídos pela beleza das histórias e personagens que nossos livros trazem.

Com isso, esperamos que nossos leitores tenham acesso ao nosso maior tesouro: a literatura fantástica brasileira. 

Assessoria de Imprensa: A/C Erick Santos e Karlo Gabriel – editoradraco@gmail.com

Contato:                                                                                                                                         

www.editoradraco.com

draco@editoradraco.com

editoradraco@gmail.com

Guerra Justa

Pessoas,

Mais uma publicação da Editora Draco, abaixo o release para uma pré-degustação!

Romance de Carlos Orsi, autor veterano da literatura brasileira, Guerra Justa é uma viagem a um tempo em que a religião foi reinventada.

Quando o poder de prever o futuro é uma realidade, como se certificar de que aqueles que o detêm irão utilizá-lo para o bem de todos?

Abalada por uma catástrofe natural de proporções cósmicas, a humanidade reinventa sua religião e se unifica sob o culto do Pontífice – um homem que demonstra ser capaz de prever novas tragédias. Mas há quem duvide do bom uso desse poder e acredite que ele poderia evitar muita morte e sofrimento.

Duas irmãs, a freira Rebeca e a cientista Rafaela, veem-se envolvidas em um perigoso jogo de manipulação da realidade e são transformadas em agentes de uma conspiração que busca minar a influência do culto e desvendar o segredo de suas profecias.

Mas se o culto for destruído, quem protegerá a humanidade de uma natureza cada vez mais descontrolada? Como a conspiração poderá vencer um inimigo capaz de prever cada um de seus passos? E afinal, o que define uma guerra justa?

Carlos Orsi natural de Jundiaí (SP) é jornalista especializado em cobertura de temas científicos e escritor. Já publicou os volumes de contos Medo, Mistério e Morte (1996) e Tempos de Fúria (2005). Seus trabalhos de ficção aparecem em antologias, revistas e fanzines no Brasil e no exterior.

Não fugi!!!

Pessoas…

não se preocupem, não fugi!!!

Minha vida está uma loucura como a de todo mundo! Estive às voltas com provas que ainda não acabaram, pesquisas e mais pesquisas e descobrindo um mundo novo.

Na verdade, um mundo muito antigo cheio de desigualdades e preconceito, mas estou observando essas velhas máximas por outro ângulo. Pelo ângulo das mudanças, do que já foi feito e do quanto ainda se pode e deve fazer.

Estou pesquisando e aprendendo sobre Direito Internacional, fundações, participando de congressos e descobrindo algumas capacidades. Talvez eu possa fazer alguma coisa ainda.

Não serei clara, e isso não é importante agora, só queria que soubessem que continuo ativa, muito mais que antes. Espero que tenham sentido falta das minhas palavras. Eu senti falta de escrever-lhes e esperar ansiosa por um comentário.

Em breve compartilho minhas descobertas e quem sabe, minhas simples ousadias nesse mundo tão antigo!

Sempre em frente, gente!!!

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