Fico pensando no quanto me perco no negro infinito dos seus olhos.
Não tenho qualquer certeza de onde me levarão e se quero seguir, mas estou indo…
Prefiro me perder e saber que cheguei em algum lugar, do que ficar parada vendo os outros seguirem.
E não é isso que devemos, precisamos e fazemos? Seguir… seguimos como um rio para o mar, para além do que uma gota pode imaginar.
Somos talvez talhados e nascidos para isso: seguir. Andar na busca de horizontes mais belos, desafiadores, misteriosos…
Há no sangue uma informação de milênios, eras e vidas sobre seguir. No nosso talvez tenha um pouco mais!
Percebi que não tenho medo de seguir e descobrir o que esses seus olhos negros podem me mostrar, me propor.
Assim, continuamos o que muitos antes de nós já fizeram. Seguiram, se perderam e reencontraram!!!
O fio que me liga aos seus belos olhos é como a linha da estrada, em frente, em frente… sempre!
Muito a descobrir, muito a ver e sentir. Seja bem vindo à minha estrada!
