Neste mês, descobri intensamente o quanto a vida pode ser surpreendente e como podemos reagir com medo diante de algo que, por todas as pistas e possibilidades, só pode ser bom. Que diferentes opiniões se apresentam sem pedirmos e que sem percebermos, as pessoas se metem mais do que devem em nossas vidas.
Descobri que há cicatrizes que doem mais quando tocadas com um beijo e que dançar tango (sem saber) sob o olhar da lua é um encanto do qual não quero me proteger.
Vi que eu não posso fazer tudo o que eu quero, mas o fato de tentar me faz acreditar que posso. Porém, preciso ser objetiva e, mesmo sem querer, determinar prioridades. Isso significa deixar coisas e pessoas para trás por algum tempo, assim como já fizeram comigo. Tudo parece ser uma questão de foco, de necessidade imediata, contraste e contexto do momento que estamos vivendo.
Descobri que há amigos que sabem tanto de mim, que nada dizem e entendem meu tempo de casulo, pois passe qualquer tempo, sempre nos reencontraremos no momento certo.
Neste mês, nunca senti tanto frio e calor antes e minhas crenças se mostraram claras e adequadas ao caminho que escolhi, mas tudo se renova a cada desafio, é como se eu morresse sempre e um pouquinho de mim ficasse, e desse pouquinho tudo se recriasse. O mais complexo, foi perceber que a felicidade também mata e renova, pela simples necessidade de me fazer limpa e plena para entendê-la e me permitir realmente ser feliz!
Este mês as folhas mortas caíram, páginas rasgadas de um livro antigo foram queimadas e uma estação amena diante de um novo horizonte começou. Aceito o novo olhar, as descobertas e o que ainda vou descobrir e construir!
É isso aí, Su…como diz a música: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima…”.
Guerreira como você é…
Saudades…bjs mil
Luiza